Victoria’s Secret troca “famosas” por mulheres reais

AS PASSERELLES VÃO DEIXAR DE SER PISADAS POR "ANJOS" PARA DAREM LUGAR A MULHERES INSPIRADORAS


São, para muitos, o exemplo da perfeição: modelos com corpos esculturais e com sutiãs avaliados em milhares de euros, que espalham sensualidade pela passerelle.


Se, em tempos, as modelos da Victoria’s Secret eram uns autênticos "anjos", aclamados em todo o mundo, agora, a marca decidiu marcar o fim dessa era.


O lugar que pertencia a modelos famosas, como Sara Sampaio, Behati Prinsloo, Jasmine Tookes, Elsa Kosk, Romee Strijd, Candice Swanepoel, entre outras, vai passar a ser ocupado por novas embaixadoras, que são mulheres que defendem causas que vão mais além do que os seus corpos.


A partir de agora, a Victoria’s Secret vai passar a ser representada por sete novas embaixadoras, que vão formar um grupo chamado VS Collective, nas quais se incluem Megan Rapinoe, futebolista e ativista pela igualdade de género, Eileen Gu, atleta chinesa que vai estrear-se nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a manequim plus size Paloma Elsesser, e ainda Priyanka Chopra, atriz e empresária na área tecnológica.



Esta revolução do posicionamento da marca deveu-se às críticas que inundaram, nos últimos anos, as redes sociais. Muitos apontavam para a falta de diversidade de corpos na passerelle e exigiam que a Victoria’s Secret começasse a representar diferentes tipos de corpos, ao qual a marca respondeu dizendo que, a partir de agora, vai tornar-se “na principal defensora mundial das mulheres”.


A mudança está a acontecer e a prova disso é o regresso às passerelles com as novas embaixadoras, já em 2022, depois de os últimos três anos não terem contado com o famoso “Victória’s Secret Fashion Show”.


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